domingo, 29 de julho de 2007

Um novo fim

A vida é feita de ciclos que conjugados e somados entre si vão dar um resultado final, traduzido em números, associados aos nossos anos vividos. Como não tenho por habito valorizar e quantificar os momentos através da matemática, associada aos números, mas sim através da filosofia, associada aos sentimentos e princípios, não pretendo fazer qualquer referência à quantificação traduzida em números dos momentos que fazem parte da minha vida. Quero sim, traduzindo através das palavras, fazer um registo dos ciclos que se associam à vertente filosófica, sentimental, humanística e sociológica que se prende com princípios de vida por mim estabelecidos permitindo conquistar dia após dia o meu bem-estar, a minha felicidade e realização pessoal e profissional.
Todos os ciclos têm no seu conteúdo momentos bons e menos bons, dependendo sempre de nós a gestão de uma forma mais cuidada possível dos valores possíveis de obter em cada um que vamos construindo e terminando ao longo das nossas vidas.
Tenho por hábito, pelo optimismo inerente ao meu ser, valorizar e registar apenas as coisas boas que se associam ao ciclo vivido, permitindo que as coisas menos boas sejam apenas factores de aprendizagem e que possam desvanecer com o passar do tempo. Através desta gestão activa e permanente tenho conseguido aglomerar energias e recordações que me permitem viver com uma felicidade intensa e (quase) permanente, recordando todas as coisas boas que as pessoas me têm proporcionado na vida.
Fechando-se hoje mais um ciclo, vou uma vez mais registar na memória da minha vida tudo aquilo de bom que me foi possivel partilhar, e sempre que necessite de energias alternativas para recuperar de momentos menos bons, será aqui mesmo que irei recorrer: no banco de memórias das coisas boas que me são proporcionadas no meu percurso de vida.

Cumprimentos

Marco Martins

domingo, 22 de julho de 2007

Mercado Medieval

Terminou no presente dia mais uma edição do já famoso e referencial Mercado Medieval realizado na mais bela e maravilhosa vila do mundo: Óbidos.
Foram 11 dias de um autêntico regresso ao passado onde todo um espaço envolvido em cenários demonstrativos da época medieval, complementado com várias animações artísticas encenadas por autênticos profissionais, permitiu, até aos menos sensíveis à história, recordar e viver a era medieval com total envolvencia no culto do passado.
Várias foram as ofertas em termos de conhecimento. Animadores de rua, figurantes, músicos, artistas variados, tasquinhas, espectáculos, encenações, lutas e combates, comércio e um dinamismo interactivo permanente entre o público e os mais variados artistas foram o mote para que uma vez mais e sem qualquer surpresa torna-se o Mercado Medieval o melhor e mais conceituado evento realizado na Vila de Óbidos (na minha opinião).
Melhorando ano após ano oferece a todos os visitantes momentos únicos e memoráveis vividos enquadrados na época medieval.
Quero fazer uma referência em especial e particular, destacando-se pela positiva, da encenação dos “Musaranhos” que presenteou todos os visitantes logo na entrada do certame, “pregando” sustos que jamais serão esquecidos por quem sofreu na pele a presença daquelas figuras que arrepiavam qualquer desprevenido. Parabéns a toda a organização

Marco Martins

terça-feira, 17 de julho de 2007

Viagem ao México

Viagem ao México.

Costumo dizer com frequência que as melhores referencias que surgem e ficam registadas na memória das nossas vidas são aquelas que resultam do efeito surpresa e que não nascem de uma programação pré-definida com a antecedência normalmente associada a uma organização espaço-temporal.
Foi assim que surgiu a oportunidade de realizar uma viagem ao México que terminou neste preciso dia. Sem grandes combinações e quase nada previsto embarquei rumo ao paraíso das águas azul-turquesa.
Foram 9 dias fantásticos e memoráveis onde o desfrutar de várias vertente conjugadas entre si permitiram adquirir vários sentimentos distintos mas unificados pela sua envolvência nos resultados adquiridos: descanso, lazer, divertimento, cultura, desporto, tranquilidade, boa disposição, conhecimento e aprendizagem, novas e gratificantes amizades e mais importante que tudo, o reconhecimento reforçado de que vale mesmo a pena viver intensamente a vida. Foram dias (e noites) fantásticos totalmente envolvidos por desejos e ambições realizados de onde se destacaram em particular e pela positiva três grandes vertentes: o lazer (praias extensas com agua azul-turquesa e temperaturas que nos inibe a vontade de sair da água); o desporto (mergulhos lindíssimos num mar onde a visibilidade e a vida subaquática tem valores de referencia, e os desportos organizados pelo hotel); a cultura (os Mayas deixaram fortes e significativas marcas na região de Yucatan onde se destaca a nova maravilha do mundo Chichén Itzá)
Foram umas férias memoráveis que recomendo a quem pretenda conhecer e explorar locais com variadas ofertas turísticas

Cumprimentos

Marco Martins

sábado, 7 de julho de 2007

O número SETE

Estando eu directamente associado a este referencial número por razões várias, sendo uma delas a concordância da conjugação matemática que assinala o dia do meu nascimento 4-3-1977 (como 4 + 3 são 7 e foi no ano de 1977 que dei inicio ao meu percurso de vida, justifica-se uma assim uma ligação directa e muito importante do meu ser ao numero SETE), não posso deixar de fazer uma referencia em particular a este número. Além do referido anteriormente, foi hoje (7-7-2007) anunciado ao mundo as novas sete maravilhas do mundo e as sete maravilhas de Portugal, onde está incluída por unanimidade a bela, simpática e romântica Vila de Óbidos. Pelos factos apresentados anteriormente e todos os outros que se justificassem aqui apresentar, deixo-vos várias analise encontradas, através de uma pesquisa pela net, acerca do enigmático numero SETE.

O 7 é o símbolo da totalidade perfeita, do anúncio de uma mudança. Para além disso, é uma porta aberta do conhecido para o desconhecido: um ciclo encerrou-se, como será o seguinte?
Sobre o 7, de acordo com relatos antigos, Hipócrates terá dito: “O número 7, pelas suas virtudes escondidas, mantém no ser todas as coisas; dá vida e movimento; influencia seres terrenos e até os conjuntos celestes”.
7 é o número da conclusão cíclica e da renovação positiva, evocando todos os conjuntos perfeitos. 7 é um número com uma simbologia bíblica muito forte, figurando 77 vezes no Antigo testamento, em momentos diversos: o candelabro tem 7 braços; os 7 céus; Salomão construiu o templo em 7 anos; Após a tomada de Jericó, 7 sacerdotes com 7 trompetas deveriam, no 7º dia, dar 7 vezes a volta à cidade; Eliseu espirra 7 vezes e a criança ressuscitou; um doente mergulha 7 vezes no Jordão e sai curado; o justo cai 7 vezes e levantou-se perdoado; José sonha com a profecia das 7 vacas gordas e as 7 vacas magras e 7 anos de fartura e 7 anos de miséria se seguiram; 7 animais puros de cada espécie seriam salvos no dilúvio.
Entre os egípcios, o 7 era símbolo da vida eterna, simbolizando um ciclo completo, numa perfeição dinâmica.
Na China, as festas populares tinham lugar num 7º dia e os chineses relacionam as 7 estrelas da Ursa Maior com as 7 aberturas do corpo e as 7 aberturas do coração.
No Islão, o 7 é igualmente um número auspicioso, símbolo de perfeição: 7 céus, 7 terras, 7 mares.
No Irão, no momento do parto, coloca-se sobre uma toalha uma lâmpada acesa com 7 espécies de frutos e 7 espécies de grãos aromáticos. A criança recebe geralmente o seu nome ao 7º dia.
Em Cuzco, o antigo panteão Inca, um muro tinha, junto da árvore cósmica, um desenho que representava 7 olhos, chamados “os olhos de todas as coisas”.
Em África, 7 é símbolo da perfeição e da unidade, da união dos contrários (4 é o feminino e 3 é o masculino) e também símbolo da fecundação. Na Grécia, o 7 aparece em inúmeras tradições e lendas: As 7 Hespérides; as 7 portas de Tebas; os 7 filhos e as 7 filhas de Niobe; as 7 cordas da lira, etc. 7 é o número dos raios do Sol numa tradição hindu: seis correspondem às direcções do espaço e o 7º ao centro.
Na bíblia, sete significa perfeição e plenitude. Na química, PH neutro e equilibro.
Para Deus, sete foram os dias necessários para toda a sua criação e o merecido descanso.
Para James Bond, sete é o número que acompanhando de dois zeros conquista as mulheres.
Por falar nisso, sete são as maravilhas do mundo!
Sete também são as vidas do gato. Mas como a sua é uma só, aproveite 2007 e sete dias por semana.
E se aparecer algum bicho-de-sete-cabeças, lembre-se que depois da chuva vem as sete cores do arco-íris.
E junto com o sol, vem o dó, ré, mi, fá, sol, lá, si.
A vida é assim mesmo: um jogo, ora com 7 erros, ora com dezena de acertos.
Faça como Jesus perdoe 70 x 7. Faça como a sétima arte: sonhe e crie histórias para um 2007 cinematográfico.
Faça como a branca de neve: tenha sete ou mais amigos. Só não faça como aquele velho espelho que quebrou e teve sete anos de azar.
Ahhh...cuidado com os sete pecados capitais.
Que 2007 seja tudo aquilo que você sempre quis. Elevado a sete.
Sete abraços, sete beijos e infinitas possibilidades e felicidades !!!!!


Marco Martins

quarta-feira, 27 de junho de 2007

Mergulho na Madeira

Desde à muitos anos que o mergulho me tem fascinado em particular. Depois de ter mergulhado nos principais e preferenciais locais de mergulho no Continente (Berlengas, Sesimbra, Portinho da Arrábida, entre outros) e também nos Açores (Pico, São Miguel e Faial) falava-me apenas conquistar as águas límpidas da Madeira.
Surgiu então a oportunidade de realizar dois fantásticos e memoráveis mergulhos de onde passo a destacar e particularizar o mergulho realizado no Galo – Caniço, inserido na reserva natural do Garajau.
A acessibilidade ao local do mergulho fez-se através de um hotel, descendo num elevador 4 pisos abaixo do local de entrada. Chegamos ao local e constatamos condições fabulosas (balneários, acessibilidades, recepção). Foi-nos dada a liberdade de escolhermos o local para o mergulho e ficarmos autónomos em termos de perfil de mergulho. Eu com o meu amigo Francisco iniciamos o mergulho em excelentes condições de visibilidade e após alguns minutos submersos encontramos um conjunto de mais de 10 ratões que preenchiam disfarçadamente o fundo do mar. Entrei numa gruta com algum grau de dificuldade em termos de acessibilidade e pode constatar a imensa fauna marítima existente no local. Continuamos a deslumbrar a autentica beleza natural muito bem preservado e visualizarmos dezenas e dezenas de peixes a nadar entre nós. No final do mergulho fomos presenciados com um choco que sempre que sentia a nossa aproximação libertava um intenso jacto de tinta para ocultar a sua presença.
Depois de mergulho no Egipto e Açores este está registado na memória dos mais belos.

Uma palavra em particular para o meu amigo Duarte que no dia anterior me tinha proporcionado também um fantástico mergulho digno de registo.

Um abraço

MM

terça-feira, 26 de junho de 2007

Cannyong na Madeira

Enquadrado com a minha deslocação à ilha da Madeira onde estive durante o mês de Junho a ministrar formação surgiu a oportunidade através de um convite direccionado por um amigo pessoal em realizar uma nova experiência desportiva na minha vida: CANNYONG.
Este desporto que consiste em descer ribeiras e cascatas utilizando a técnica do Rappel, desde à muito que tinha o desejo de um realizar mas infelizmente nunca surgiram oportunidades. Estando eu presente no melhor local a nível Nacional para a realização do mesmo, não quis deixar de aproveitar a oportunidade.
Pelas 08h00 da minha o meu amigo Francisco foi-me buscar ao hotel e de imediato deslocamo-nos em conjunto com outros três amigos para o local onde iríamos finalizar o percurso. Equipamo-nos com os respectivos materiais e equipamentos e deslocamo-nos para o local onde iríamos iniciar a descida. Nesse local o caudal de água da ribeira era muito reduzido mas depois de caminharmos cerca de 15minutos começamos a encontrar maior caudal de água. O primeiro local com acumulação de água serviu para refrescar mas o melhor estava para vir.
Foi a partir do momento em que começamos a descer cascatas e a mergulhar em pequenos lagos com água límpida e muito fria que as emoções ficaram ao rubro. Foi fantástico poder observar toda a intensidade que a natureza nos pode proporcionar e que não sabemos valorizar da melhor forma. É indescritível a sensação sentida enquanto nos deslocávamos por entre vegetação intensa no meio de um riacho com descidas lindas em cascatas e mergulhos deliciosos em poços e pequenos lagos.
Foi um dia memorável que jamais será esquecido.

Agradeço a todos aqueles que tornaram realizado este meio desejo.

MM

sexta-feira, 8 de junho de 2007

Formação na Madeira

Terminado o primeiro curso de Combate a Incêndio Urbanos e Industriais ministrado no arquipélago da Madeira através do Serviço Regional de Protecção Civil e Bombeiros da Madeira, (o primeiro de quatro consecutivos) surgiu o momento de confraternização entre os formadores e formandos. Fomos convidados para um jantar de final de curso realizado no Restaurante La Parreira – Campanário.
Não podendo estar todos os formandos presentes por motivos pessoais e profissionais, os que se fizeram representar dignificaram com toda a pompa e circunstancia o momento alusivo à comemoração de um feito.
A característica principal destes restaurante, que já conhecia do passado, está associada ao facto de sermos nós a comprar a carne no talho do proprietário de um lado da estrada, sendo no lado oposto o local que está reservado para assarmos e nos sentarmos à mesa para comer. Antes da refeição reunimo-nos no café ao lado do talho (que é propriedade do mesmo dono do talho/restaurante) e foi-nos servido uma semilha com pele e sal. Estando um pouco renitente à ideia acabei por comer e apreciar imenso o sabor da batata assim cozinhada.
Depois disso seguiu-se o jantar propriamente dito com a famosa espetada da Madeira a fazer as honras da casa, bem regada com um vinho característico da região. Depois de bem comidos e ainda mais bebidos, deslocamo-nos para Câmara de Lobos para "provar" a famosa poncha. A noite terminou pelas sensivelmente 03h00 da manha e o dia seguinte foi passado exclusivamente no conhecimento da ilha da Madeira, tendo sido percorrido todo o seu perímetro, transportados e conduzidos pelo caríssimo amigo Carlos pertencente aos Bombeiros de Ribeira Brava.

Foram dois dias memoráveis

Cumprimentos

MM

sábado, 2 de junho de 2007

Descida do Rio Mondego

A exemplo de anos anteriores foi organizado através dos Bombeiros Voluntário de Óbidos, uma descida do Rio Mondego em canoa, entre Penacova e Coimbra.
O encontro estava marcado para as 08h00 no quartel dos Bombeiros de Óbidos e como bons Portugueses que somos a saída só se registou pelas 08h30. Participaram neste evento 20 aventureiros canoistas (bombeiros e civis) acompanhados por outras oito pessoas que quiseram demonstrar a sua solidariedade pelos aventureiros do rio e assim partilhar um convívio com a natureza num dia diferente.
A viagem entre Óbidos e Penacova, num autocarro da Câmara Municipal disponibilizado gratuitamente para proceder ao nosso transporte, foi muito divertida como é natural neste tipo de convívio, sendo aproveitada para a distribuição dos elementos pelas canoas e assim ficarem definidos os respectivos pares (tarefa que não se tornou muito difícil).
À nossa chegada não foi fácil identificar o local de embarque nas canoas, mas depois de conhecermos outros locais (não andamos perdidos), efectuarmos manobras inversão de marcha com grande grau de dificuldade (perícia), de caminharmos um longo percurso e serem-nos distribuídas as canoas com as respectivas pagaias metemo-nos à agua e inerente aventura.
No percurso entre Penacova e Coimbra foram realizadas várias tentativas de viragens de canoas (quase todas com sucesso) e ninguém ficou livre de sentir a temperatura da água fresquinha que nos guiava em direcção a Coimbra e nos permitiu passar um fantástico dia em pleno e sincero convívio.
A viagem de regresso fui muito mais calma onde prevaleceu o descanso dos guerreiros na tentativa de reposição das energias perdidas durante o percurso realizado.

Uma experiência para mais tarde recordar e preferencialmente voltar a realizar.

A todos os presentes o meu agradecimento em particular pelo comportamento exemplar que apresentaram dignificando assim o espírito de grupo e em particular os Bombeiros de Óbidos.

Cumprimentos

MM

segunda-feira, 28 de maio de 2007

Organização e Disciplina

Hoje estive presente no meu primeiro incêndio florestal do presente ano, que deflagrou no Casal do Alvito – Gaeiras. Pretendo com esta mensagem partilhar as avaliações registadas inerentes à organização e disciplina implementada neste incêndio em particular

Sendo dado o alerta pelas 14h30 deslocaram-se no imediato para o local os elementos escalonados ao veiculo florestal de combate a incêndio e só posteriormente, e devido às necessidades de recurso humanos e materiais, me fiz deslocar com outros 2 elementos num veiculo de comando em simultâneo com outro veiculo tanque.
À minha chegada e sendo o elemento mais graduado presente no teatro das operações e por inerencia Comandante das Operações de Socorro, senti uma necessidade de reorganizar quer os recursos humanos assim como os recursos materiais. Neste sentido mandei posicionar o veículo tanque num largo junto à estrada municipal, procedi à troca do elemento mais graduado que vinha no veículo tanque com um menos graduado que trazia no veículo de comando e desloquei-me para um dos flancos do incêndio. À minha chegada o incêndio já estava circunscrito e com relativa facilidade foi extinto.
No final das operações de rescaldo e depois de arrumado todo o equipamento e material nos respectivos veículos, concentramo-nos todos junto a um largo perto de uma habitação para ser realizado o habitual Breifing. Durante o mesmo foram relatados factos de organização e disciplina que podem por em causa toda a orgânica de implementação dos meios humanos e materiais na concretização de um objectivo.
Foram focados os aspectos de hierarquização em termos de distribuições de funções (homem da agulheta, homens das mangueiras, manobradores de bombas); Comunicação e passagem de informação; Uso abusivo de sirenes; Uniformização e apresentação.
Este pequeno incêndio onde não surgiram dificuldades acrescidas no seu domínio e extinção serviu para serem implementadas determinadas regras e procedimentos disciplinares que são imprescindíveis na organização e coordenação de qualquer teatro de operações.

Porque é nos pequenos incidentes que se devem implementar estruturas organizativas de base para corrigir as dificuldades sentidas nos grandes sinistros, deixo aqui expresso esta mensagem.

Abraços

MM

quinta-feira, 24 de maio de 2007

2 Amores

Neste dia em particular onde surgiu a oportunidade de ir ao Teatro Villaret assistir à peça anteriormente intitulada, pretendo aqui deixar registado a história inerente ao espectáculo protagonizado por José Pedro Gomes e António Feio entre outros actores e actrizes de renome Nacional.

A peça de teatro relata a história de um típico Português (taxista) que leva uma vida dupla repartida por duas mulheres (José Pedro Gomes) e que num determinado momento da sua vida, após ter sofrido um pequeno acidente de viação, não consegue estabelecer a rotina diária de encontros com as duas mulheres que fazem parte da sua vida, e procura encontrar uma solução para justificar o acidente a dois agentes da policia sem comprometer a sua vida dupla. Na tentativa de ajuda a este taxista surge o fiel vizinho e amigo solteirão (António Feio) que entra no enredo na tentativa de encontrar soluções que possam descomprometer o amigo, fazendo-se passar por várias figuras como agricultor, marido, Pai, entre outras.

Esta comédia hilariante e muito agradável com a duração de mais de duas horas regista sem duvida alguma uma realidade cada vez mais presente no mundo moderno e principalmente demonstra a pertinência que o Português, mais que ninguém no mundo, consegue encontrar soluções momentâneas para resolver problemas complexos e sem solução aparente.
Não percam a oportunidade de ver esta peça de teatro que anda em digressão Nacional

Cumprimentos

MM